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Fenapef recebe apoio do grupo Verde Oliva contra o pacote de maldades do Governo

12/09/2017

O vice-presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) e presidente do Sindicato dos Policiais Federais do Distrito Federal (Sindipol/DF), Flávio Werneck, recebeu na tarde da última quarta-feira (06), em Brasília (DF), representantes do grupo Verde Oliva. Os militares reformados vieram do Rio de Janeiro (RJ), especialmente, para prestar apoio e solidariedade aos policiais federais contra o pacote de maldades do Governo.
“Receber esse apoio das forças armadas é de extrema importância uma vez que todos nós visamos uma segurança pública mais moderna e eficiente. A visita dos representantes do grupo Verde Oliva só reforça que estamos no caminho certo e que, trabalhando juntos, podemos buscar um modelo efetivo no combate à corrupção e à criminalidade no Brasil”, enfatizou Werneck.
O grupo patriótico é formado por aproximadamente 6 mil militares, entre ativos e reformados. E para firmar o apoio, um documento foi entregue ao vice-presidente da Fenapef oficializando a vontade dos integrantes do Verde Oliva em fazer parte e estar junto com os policiais federais nesta luta.
“Após o vídeo da reunião que ocorreu no Ministério do Planejamento, nos revoltamos com o descaso do Governo Federal para com a população brasileira e viemos nos colocar à disposição para ajudar a PF nesta luta. Aproveitamos o ensejo para parabenizar a Polícia Federal pelo trabalho excepcional que vem desempenhando em benefício do nosso país, em especial nas operações Satiagraha e Lava-Jato”, afirmou o militar reformado da aeronáutica e representante do Verde Oliva, Paulo Andrade Mendes.
Histórico
O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP) convocou carreiras de Estado para uma reunião realizada no dia 30 de agosto, com o secretário de Gestão de Pessoas do MP, Augusto Chiba, a fim de discutir sobre o pacote de contenção de gastos proposto pelo Governo Federal e explicar as razões para o adiamento dos reajustes salariais de 2018 para 2019.
Com a negativa do secretário de buscar soluções junto ao Governo Federal, o vice-presidente da Fenapef, Flávio Werneck, aposta nas manifestações populares para pressionar o Congresso.