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Mural

Pegadinha federal

23/01/2013
Autor: MALUGAZETA@GMAIL.COM

O Arthur R. de Almeida, agente da Polícia Federal e do setor da comunicação social, fã e leitor assíduo da coluna, conta que em 1978 estudava na Academia Nacional de Polícia, em Brasília; como em todos os ambientes jovens, lá também aconteciam pegadinhas, apesar de todo o rigor do regime disciplinar.

De manhã era educação física, natação, judô, caratê, enfim, só esporte e esforço físico. À tarde, aulas e aulas. Numa delas, de investigação policial, o professor escreveu no quadro-negro um monte de técnicas, legislação etc. – enfim, um sonífero, tanto que alguns chegavam a roncar. Então, Mazaropi (apelido de um cearense) comunicou ao colega que sentava na cadeira de trás, chamado Jorginho, um carioca gozador, que iria colocar óculos escuros e que iria “cochilar sentado”. Logo em seguida, veio um outro professor, chamou o mestre e conversaram por um bom tempo na porta da sala.

Jorginho cutucou o Mazaropi, que acordou assustado, e disse: “O professor pediu para você apagar o quadro enquanto ele termina a conversa com o outro professor”. Mazaropi obedeceu prontamente. Quando o professor acabou o papo, viu o quadro apagado. O Mazaropi, apesar de jurar que tinha recebido ordem de fazê-lo, tomou uma bronca “federal” e, ante as gargalhadas da turma, o mestre sentiu que o jovem tinha é caído numa pegadinha.

Fonte: Gazeta do Povo